sexta-feira, 25 de setembro de 2015
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Futebol Profissional

Nada perdido

Carlos Vitor cita equilíbrio do grupo e vê evolução no trabalho

Após estrear com derrota em casa e se recuperar com uma grande vitória em Cabo Frio, o Nova Iguaçu acumulou duas derrotas em sequência na Copa Rio, para Portuguesa e Tigres do Brasil. Apesar da sequência ruim, o pensamento dentro do clube é de que houve avanços no desenvolvimento do grupo, formado em sua grande parte por jovens revelados nas divisões de base.

O Nova Iguaçu acabou caindo no Grupo D, a chave apontada como mais difícil da competição – todas as outras equipes são da Série A do Carioca: Cabofriense, Tigres do Brasil, Bonsucesso e a recém-promovida Portuguesa. Priorizando dar rodagem ao jovem elenco, diretoria e comissão técnica estão cientes de que o trabalho está sendo conduzido da forma correta.

Carlos Vitor orienta os jogadores: Nova Iguaçu está a três pontos do G-2 (FOTO: Bernardo Gleizer/NIFC)

- No futebol é preciso sempre ter sabedoria e equilíbrio para analisar. É claro que não estamos felizes, mas estamos tendo uma evolução boa de trabalho. Não há motivo para desespero, a diretoria está dando respaldo ao nosso trabalho e vamos continuar trabalhando. Nosso grupo é muito equilibrado e não há nada perdido. Não tem nada definido ainda – afirmou o técnico Carlos Vitor.

Ao fim do primeiro turno da competição, o Nova Iguaçu ocupa a quarta colocação do Grupo D, com três pontos. Para se ter ideia do equilíbrio da chave, o Bonsucesso, vice-líder, tem seis. A equipe rubro-anil é a próxima adversária da Laranja da Baixada, na quinta-feira, às 15h, em Moça Bonita. Se vencer, o NIFC ultrapassa o adversário, já que igualaria o número de pontos e teria uma vitória a mais.