quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
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Futebol Profissional

Seguindo os passos de Cortês

Amaral conviveu por dois anos com o lateral da Seleção Brasileira no Quissamã e espera brilhar no Estadual

Amaral no treino de finalizações: chutes de longa distância são um ponto forte

No último Campeonato Carioca, o Brasil todo viu num cabeludo com a camisa 6 do Nova Iguaçu um talento que poucos meses depois estava chegando à Seleção Brasileira. Cortês virou exemplo. No atual elenco do NIFC, um jogador tem muito a contar sobre o lateral-esquerdo, agora no São Paulo.

Nascido em Rio das Ostras, o volante Amaral conviveu por duas temporadas com Cortês na época em que ambos defendiam o Quissamã, entre 2009 e 2010. O jogador está no Nova Iguaçu desde 2011, quando atuaram juntos no Estadual com a camisa laranja. Agora, quer repetir os passos do amigo.

- Eu vejo o Cortês como um espelho. Ele é um jogador exemplar, muito disciplinado, com um ótimo caráter. Estou procurando seguir os passos dele, já que também pretendo defender um grande clube. Agradeço muito a Deus por ver onde ele chegou e tenho certeza de que ele está torcendo por mim – contou Amaral.

- Nosso relacionamento era ótimo. Ele sempre foi essa pessoa brincalhona, extrovertida, um cara ótimo de se lidar. Nos falamos até hoje pelo telefone, sempre. Durante as férias ele passou lá em casa, em Rio das Ostras, conversamos, batemos papo… Ele é uma ótima pessoa – completou o volante.

Amaral é marcado por Filipe durante coletivo: volante vai para o seu segundo Carioca pelo Nova Iguaçu (FOTO: Mário Farache/www.nifc.com.br)

Amaral já vai para o seu segundo Estadual pelo NIFC e vê no clube um resumo da sua expectativa. Assim como o Nova Iguaçu, Amaral quer pegar a experiência que ganhou no Carioca de 2011 para fazer um grande campeonato. E já sabe a receita para enfrentar jogadores tão gabaritados com Ronaldinho, Thiago Neves, Diego Souza, entre outros.

- Já enfrentamos o Ronaldinho, por exemplo. É complicado marcar esses jogadores. Se der espaço para eles, fica complicado. A melhor coisa a fazer é não dar espaço, estar sempre colado neles, para ajudar o time e a si próprio. Se tomar um drible desses caras aí, complica… – afirmou Amaral.